DJ brasileira é presa em Portugal por suspeita de comandar rede de prostituição


O grupo do qual Rebeka Episcopo faz parte também é acusado, de acordo com a Polícia de Segurança Pública, de sonegação à Segurança Social, o sistema previdenciário português

DJ Rebeka Episcopo é presa em Portugal por suspeita de comandar rede de prostituição — Foto: Reprodução

A DJ brasileira Rebeka Episcopo, conhecida nas redes sociais por Beka, foi presa em Portugal nessa terça-feira (2) por suspeita de comandar uma rede de prostituição de luxo de mulheres oriundas do Brasil. Cinco pessoas foram detidas pela Polícia de Segurança Pública (PSP), incluindo um policial que estava afastado do trabalho por tempo prolongado. As informações são do jornal Público.

Além da prática de exploração sexual, o grupo do qual Rebeka faz parte é acusado, de acordo com a PSP, de sonegação à Segurança Social, o sistema previdenciário de Portugal. Os agentes acreditam que a rede de prostituição também pode atuar no Brasil, onde a artista aliciaria mulheres para se prostituírem em suas casas de luxo de Lisboa e Cascais.


Quem é a DJ presa em Portugal?

Além de DJ, Beka se apresenta como empresária, dona de duas unidades do Nuru Spa — uma, em Lisboa, outra, em Cascais —, espaços voltados para um público de alta renda. A brasileira conta com mais de 68 mil seguidores no Instagram.

Uma produtora de moda que já trabalhou com Rebeka se disse chocada com a prisão.

— É inacreditáel. Por diversas vezes, ela indicou modelos para os meus desfiles, além de se apresentar como DJ — disse a produtora ao jornal Público, em anonimato.

Um empresário da área de gastronomia, também brasileiro, chegou a receber esses desfiles, mas, quando soube das suspeitas em torno de Rebeka por meio de clientes, proibiu a participação dela em qualquer evento em seu estabelecimento.

Segundo a PSP, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão. Os policias encontraram com os alvos da operação 107 mil euros (R$ 642 mil) em dinheiro vivo, uma arma de fogo calibre 22, carregadores e munições, duas espingardas de calibre 12, nove embalagens de gás de pimenta, 17 telefones celulares, oito computadores, três tablets. O local também contava com um sistema de vídeovigilância e um dispositivo portátil de comunicação por rádio.


Fonte: O Globo




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